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30.3.05
(...) estou feliz de estar aqui com você. (...) estou feliz por você existir. (...) Talvez eu a ame. Talvez eu a ame muito. Mas é sem dúvida uma razão a mais para ficarmos nisso. Acho que um homem e uma mulher se amam mais quando não vivem juntos e quando sabem um do outro apenas uma coisa: que existem, e quando ficam reconhecidos um ao outro porque existem e porque sabem que existem. E isso basta para que sejam felizes. Obrigado, (...) obrigado por você existir.
:: por f. | 06:37
27.3.05
25.3.05
22.3.05
O café deve ser negro como o demônio, quente como o inferno, puro como um anjo e doce como o amor. :: por f. | 18:28
20.3.05
:: por f. | 18:55
19.3.05
:: por f. | 23:53
17.3.05
Pobres machos. São tão patéticos em sua luta para esconder o mais possível do corpo. Usam cabelos inexpressivos, não pintam os lábios, vivem a podar as unhas com medo de parecer sujos. Sentem pavor do ridículo. Essa linguagem corporal só tem um significado. As mulheres sabem que são superiores e reafirmam essa verdade por todos os meios, menos com a língua, outra esperteza delas.
:: por f. | 22:34
16.3.05
:: por f. | 21:29
14.3.05
13.3.05
O choro
:: por f. | 23:47
10.3.05
:: por f. | 18:05
8.3.05
::
por f.
| 22:47
7.3.05
5.3.05
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por f.
| 11:49
3.3.05
Giletes machucam
:: por f. | 10:53
1.3.05
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tempo
da delicadeza
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navega
por mim e nunca olhe para trás
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